
O Brasil avança no desenvolvimento e na implementação de vacinas contra a chikungunya. Em 2026, dois imunizantes estão em destaque no país.
A CHIKV VLP, da Eurofarma, teve o pedido de análise apresentado à Anvisa.
A vacina utiliza partículas semelhantes ao vírus, mas sem material genético, e é aplicada em dose única. O imunizante já foi aprovado em outros países para pessoas a partir de 12 anos.
Já a Butantan-CHIK, desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com a farmacêutica Valneva, utiliza vírus vivo atenuado e está autorizada para pessoas de 18 a 59 anos com maior risco de exposição.
O imunizante já é utilizado em uma estratégia-piloto de vacinação em municípios de seis estados brasileiros.
A chikungunya pode provocar dores intensas nas articulações, que em alguns casos permanecem por meses ou até anos.
Mesmo com o avanço das vacinas, especialistas reforçam que o combate ao Aedes aegypti continua fundamental para reduzir a transmissão da doença.
guarabirafm.com e portalcorreio
