
O órgão que reúne as secretarias de Fazenda dos estados aprovou um aumento nas porcentagens do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços, sobre combustíveis e gás de cozinha para 2026.
A mudança passa a valer a partir de 1º de janeiro. Com isso, a gasolina, o diesel e o gás condensado de petróleo (GLP) terão impostos mais altos em todo o Brasil.
O reajuste foi calculado seguindo uma regra federal que considera os preços médios monitorados pela ANP entre fevereiro e agosto de 2025, comparados ao mesmo período de 2024.
Para o consumidor, isso significa impacto direto no bolso. Com o imposto maior, o preço nas bombas e no comércio deve aumentar, especialmente no transporte e em produtos que dependem de diesel e frete.
No geral, mesmo que o custo de produção dos combustíveis ou o preço do petróleo não tenham subido, o aumento do imposto estadual se torna o principal motivo da alta.
Especialistas lembram que, mesmo quando os insumos ficam mais baratos, o consumidor costuma ser o mais afetado no final.
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